Num prédio de cinco andares, a equipe de facilities descobriu que o último estava com as luzes acesas havia meses. Ninguém sabia quem tinha …
Decifrando o nexo entre algoritmos, comportamento humano e a soberania técnica na nova economia. Por Adriano Mota.
Num prédio de cinco andares, a equipe de facilities descobriu que o último estava com as luzes acesas havia meses. Ninguém sabia quem tinha …
Teatro. É assim que muita empresa vive a governança de IA: Um cartaz na parede: "usamos IA com ética e responsabilidade". Um comitê com seis cadeiras vazias. Uma política que ninguém abriu desde o lançamento. Nos bastidores, a realidade é outra: → 82% das empresas brasileiras admitem uso de IA sem aprovação formal → 43% relatam vazamento de dados ou exposição de propriedade intelectual → 77% duvidam que o treinamento acompanhe as ferramentas (Oxford Economics/SAP, 2026) O que o mercado não conta: governança não zera o risco. Ela reduz a probabilidade e a gravidade. E só protege se for executada e provada. Política que ninguém cumpre não protege. Só prova que você sabia. São sete frentes em jogo: legal, político, imagem, operacional, faturamento, financeiro e credibilidade. Amanhã cedo, um cliente, um fiscal ou o conselho pede a prova. Você entrega um cartaz ou um registro? Preparamos um material exclusivo sobre isso. Link no primeiro comentário 👇
Curadoria semanal sobre IA, soberania tecnológica e comportamento humano — direto do Adriano Mota para líderes e estrategistas.
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