Num prédio de cinco andares, a equipe de facilities descobriu que o último estava com as luzes acesas havia meses. Ninguém sabia quem tinha …
Decifrando o nexo entre algoritmos, comportamento humano e a soberania técnica na nova economia. Por Adriano Mota.
Num prédio de cinco andares, a equipe de facilities descobriu que o último estava com as luzes acesas havia meses. Ninguém sabia quem tinha …
A profissão que mais cresceu no Brasil nos últimos três anos não aparece em palco de conferência. Segundo o LinkedIn, é o engenheiro de inteligência artificial. Quem lê o ranking imagina um gênio isolado criando robôs. A realidade é bem menos cinematográfica e muito mais valiosa: é a pessoa que pega o que funcionou na demonstração e faz funcionar na segunda de manhã, com dados reais, sistemas antigos e cliente esperando. E aí mora o ponto que quase ninguém comenta. A McKinsey mostra que 62% das empresas já experimentam agentes de IA, mas só 39% relatam algum impacto no resultado. O MIT foi ainda mais duro. Gastamos bilhões em inteligência e descobrimos que o item escasso era engenharia, disciplina e governança. Porque construir bem é metade do caminho. A outra metade é saber quem responde quando o sistema erra. Nesta edição eu explico o que esse profissional faz de verdade, por que o cargo explodiu agora e o que a sua empresa precisa ter organizado antes de contratar o primeiro. Uma pergunta para você levar para a reunião de segunda: quem na sua organização transforma piloto em operação, e essa pessoa já foi convidada para a mesa certa? Leia a edição completa e me conte nos comentários. #InteligenciaArtificial #GovernancaDeIA #Lideranca #Carreira #Inovacao
Curadoria semanal sobre IA, soberania tecnológica e comportamento humano — direto do Adriano Mota para líderes e estrategistas.
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