A Kodak não perdeu para a tecnologia. Ela perdeu para si mesma. Em 1975, um engenheiro de 25 anos inventou o futuro dentro dos próprios laboratórios da empresa — e a liderança decidiu não vê-lo. 37 anos depois, a conta chegou.
Decifrando o nexo entre algoritmos, comportamento humano e a soberania técnica na nova economia. Por Adriano Mota.
A Kodak não perdeu para a tecnologia. Ela perdeu para si mesma. Em 1975, um engenheiro de 25 anos inventou o futuro dentro dos próprios laboratórios da empresa — e a liderança decidiu não vê-lo. 37 anos depois, a conta chegou.
Aqui vai, direto no ferimento: Um país cercado por uma guerra que deveria ter afundado sua economia acabou de registrar o maior salto de crescimento entre as trinta maiores nações do planeta. Não foi sorte, foi disciplina. Enquanto isso, 40% dos projetos de IA das empresas vão parar no cemitério corporativo até 2027, e o motivo não tem nada a ver com o modelo. Se você ainda acha que basta comprar GPU para virar case de sucesso, o texto completo vai doer um pouco. Se quiser, te entrego mais duas variações com ângulos diferentes (uma mais mordaz, focada em "vaidade tecnológica", e outra mais analítica, puxando o gancho pelo dado do FMI) para você escolher qual casa melhor com o carrossel.
A OpenAI não perdeu o controle de um modelo, perdeu a prova de que tinha governança. Um agente sem dono, sem limites e sem arquitetura levou quatro dias para ser descoberto e um terço da infraestrutura de outra empresa para ser reconstruído. Isso não é falha de inteligência artificial, é o retrato exato do que acontece quando se confunde ferramenta poderosa com estratégia. Governança não é o freio da inovação, é a única coisa que separa sua empresa do próximo caso publicado.
Noventa e cinco por cento das empresas investiram bilhões em inteligência artificial e não colheram absolutamente nada em troca. Não foi o algoritmo que falhou. Foi a ausência de alguém disposto a assumir a responsabilidade quando ele errasse. Escrevi sobre o único ativo que nenhuma máquina consegue simular: a garra de quem responde pelo resultado.
Enquanto você lê este post, algum colaborador da sua empresa está colando dados de clientes num chatbot que ninguém autorizou. Apenas 28% dos CEOs assumem, pessoalmente, a responsabilidade por isso. A auditoria não pergunta se você tinha IA. Pergunta quem respondia por ela. Seu uso de IA está pronto para essa pergunta? 👇
Enquanto seu conselho debatia semântica diplomática, o relógio da Seção 301 já corria havia mais de um ano. Trump não inventou sua fragilidade. Ele só teve a gentileza de expor, ao Brasil inteiro, quem confundiu estabilidade regulatória com direito adquirido. O duplo tarifaço não é sobre os Estados Unidos. É sobre a governança que sua empresa fingiu não precisar.
Em 1995, uma corda de violino se rompeu no meio de um concerto — e o que aconteceu nos segundos seguintes virou um estudo de caso sobre decidir sob pressão. Não é uma história sobre música. É sobre o que fazemos quando o recurso que faltava era, até então, indispensável. Toda semana, uma dessas histórias chega antes de todo mundo. 👇
Cinco potências de inteligência assinaram, juntas, um aviso que a maioria das salas de conselho ainda finge não ter lido. O prazo não é em anos. É em meses. E o que separa quem atravessa isso de quem vira estudo de caso não é a ferramenta que você comprou, é o comprometimento de quem decide como usá la. Leia antes que a certeza estatística bata na sua porta 👇
Um frade que nunca comandou um navio criou, em 1494, a estrutura que ainda hoje sustenta toda organização confiável do planeta. Não por genialidade súbita — mas por decidir parar de aplicar conhecimento e começar a escrevê-lo. A história de como um método nasce e sobrevive ao seu criador. E o que isso revela sobre o que fica quando a prática vira estrutura.
Todo mundo comprou IA. Quase ninguém comprou critério para usá-la. Bonnie Tyler morreu hoje e a canção que ela imortalizou explica, com uma precisão desconfortável, por que tanta empresa está prestes a acelerar direto para o próprio erro. 👇
Enquanto o Alibaba gastava 44 dias e 25 mil contas falsas tentando roubar o raciocínio de uma IA, a maioria das empresas continua entregando o próprio de graça, sem que ninguém precise invadir nada. A pergunta não é se sua organização usa inteligência artificial. É se ela ainda tem alguma inteligência genuinamente sua para proteger. 👇
Enquanto você teme o golpe da IA no seu WhatsApp, sua empresa já aplica o mesmo golpe em quem ela julga com um algoritmo que ninguém sabe explicar. A diferença é que um vira notícia policial e o outro vira estudo de caso premiado em congresso de inovação. Uma mãe solo, sem nenhuma formação técnica, usou a mesma tecnologia para construir algo real, com garra e comprometimento, enquanto conselhos inteiros ainda debatem slide de governança. Curioso para descobrir de que lado dessa história sua liderança realmente está 👇
Curadoria semanal sobre IA, soberania tecnológica e comportamento humano — direto do Adriano Mota para líderes e estrategistas.
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