A Kodak não perdeu para a tecnologia. Ela perdeu para si mesma. Em 1975, um engenheiro de 25 anos inventou o futuro dentro dos próprios laboratórios da empresa — e a liderança decidiu não vê-lo. 37 anos depois, a conta chegou.
Decifrando o nexo entre algoritmos, comportamento humano e a soberania técnica na nova economia. Por Adriano Mota.
A Kodak não perdeu para a tecnologia. Ela perdeu para si mesma. Em 1975, um engenheiro de 25 anos inventou o futuro dentro dos próprios laboratórios da empresa — e a liderança decidiu não vê-lo. 37 anos depois, a conta chegou.
A OpenAI não perdeu o controle de um modelo, perdeu a prova de que tinha governança. Um agente sem dono, sem limites e sem arquitetura levou quatro dias para ser descoberto e um terço da infraestrutura de outra empresa para ser reconstruído. Isso não é falha de inteligência artificial, é o retrato exato do que acontece quando se confunde ferramenta poderosa com estratégia. Governança não é o freio da inovação, é a única coisa que separa sua empresa do próximo caso publicado.
Enquanto seu conselho debatia semântica diplomática, o relógio da Seção 301 já corria havia mais de um ano. Trump não inventou sua fragilidade. Ele só teve a gentileza de expor, ao Brasil inteiro, quem confundiu estabilidade regulatória com direito adquirido. O duplo tarifaço não é sobre os Estados Unidos. É sobre a governança que sua empresa fingiu não precisar.
Todo mundo comprou IA. Quase ninguém comprou critério para usá-la. Bonnie Tyler morreu hoje e a canção que ela imortalizou explica, com uma precisão desconfortável, por que tanta empresa está prestes a acelerar direto para o próprio erro. 👇
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A IA executa com perfeição. Mas quem faz as perguntas certas ainda é você. Enquanto 88% das organizações já adotam IA, poucos percebem o preço invisível dessa conveniência — e menos ainda sabem como manter o controle da equação. Esse carrossel é o diagnóstico que nenhum algoritmo te dará. 👇
A era da inteligência artificial trouxe uma perfeição desconcertante na execução, mas revelou um vazio incômodo: a máquina produz tudo, mas não se importa com nada. Enquanto a maioria aplaude a velocidade, uma crise silenciosa de "dívida cognitiva" e perda de pensamento crítico avança nos bastidores corporativos. O verdadeiro poder de 2026 não está em delegar tudo ao algoritmo, mas em dominar a única coisa que a IA jamais fará: perguntar o "porquê". Descubra como a governança e o propósito humano se tornaram os ativos mais caros e estratégicos da nossa geração. 👇
Enquanto empresas correm para delegar decisões a agentes autônomos de IA, o Gartner faz um alerta brutal: 40% desses projetos vão colapsar por pura negligência de liderança. O verdadeiro gargalo da tecnologia não está nos códigos, mas no espelho da alta gestão. Descubra por que a inteligência artificial exige muito mais estômago e governança humana do que o mercado prefere admitir. 👇
Curadoria semanal sobre IA, soberania tecnológica e comportamento humano — direto do Adriano Mota para líderes e estrategistas.
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